segunda-feira, 12 de maio de 2014

Estudo diz que TV de dia reduz o sono de crianças





Estudo diz que TV de dia reduz sono de crianças a noite; veja dicas para pequenos dormirem melhor


 Um estudo feito com crianças revelou que cada hora em frente à TV durante o dia reduz em até sete minutos o tempo de sono perdido durante a noite. Os cientistas do MassGeneral Hospital e da Universidade de Harvard, nos EUA, também perceberam que esses efeitos eram ainda mais marcantes nos meninos. Ainda segundo o estudo, a diferença da TV no quarto reduziu em até 31 minutos o tempo total de sono na parte da noite. A conclusão dos pesquisadores é que há uma influência negativa da TV e da presença de televisão no quarto sobre a duração do sono até cerca dos sete anos de idade. 

Outro dado é que subgrupos de crianças mais jovens, particularmente em minorias raciais e étnicas, podem ser mais vulneráveis aos efeitos da TV sobre o sono. Segundo especialistas, durante o sono o organismo produz alguns hormônios, entre eles, o mais importante que é o do crescimento (growth hormone), o GH, secretado no primeiro terço da noite. Os pesquisadores também informaram que quanto mais velha a criança considerando a faixa etária dos quatro aos sete anos  mais ela quer dormir em um quarto que tenha TV, o que faz com que as horas de sono diário sejam cada vez mais extensas.

Recomendação

Segundo a Academia Americana de Pediatria, crianças menores de cinco anos devem ter menos de duas horas de televisão (o que inclui TV, DVD, jogos no computador ou vídeo game) por dia.


Orientação

Controlar a ingestão de líquidos antes de as crianças se deitarem;

Evitar alimentos que possuam cafeína como: chocolate, chá preto, chá-mate, café e refrigerantes devem ser evitados à noite, pois são estimulantes;

Atividades que exigem energia devem ser evitadas. Ler ou ouvir músicas suaves ajudam a criança a relaxar;
 
Chá de camomila ou um copo de leite morno;
 
Desligue a televisão e o computador pelo menos uma hora antes das crianças se deitarem.


Segundo especialistas, cada fase da vida requer um tempo de sono. Recém-nascidos dormem de dez a 18 horas por dia, enquanto crianças de até cinco anos, de dez a 12 horas. 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Dormir demais pode ser arriscado


Dormir demais está associado a um maior risco de doença cardíaca e obesidade, diabetes e depressão.

Está claro que dormir é saudável. A Fundação Nacional do Sono faz campanhas regulares para celebrar os “benefícios do sono para a saúde” e especialistas vêm destacando a importância do sono para uma vida saudável, colocando-o no mesmo patamar de uma dieta saudável e exercício físico adequado.

Sono insuficiente tem sido associado a acidente vascular cerebral, obesidade e doença cardíaca. Mas dormir muito também pode ser arriscado. O hábito está associado a um maior risco de doença cardíaca e obesidade, para não mencionar a diabetes e depressão. Então como saber a medida certa? Quem não dorme bem durante a semana, pode dormir mais no sábado e no domingo para compensar?

A maioria dos especialistas diz que deve-se dormir regularmente por sete a nove horas por noite. O termo-chave aqui é “regularmente”. Ou seja, a questão não é o adolescente que dorme 15 horas para compensar os períodos insones de estudos (ou de festas). A questão são pessoas que dormem mais de nove horas diariamente, diz Kristen Knutson, uma antropóloga biomédica especializada na pesquisa do sono no Departamento de Medicina da Universidade de Chicago.

“Se você teve que se privar do sono durante a semana, tentar recuperar o atraso no final de semana é uma boa ideia”, diz Knutson. Por outro lado, dormir mais de nove horas por meses, significa que você pode estar tendo um sono com baixa qualidade. “Ou então você pode estar ficando doente e, seu corpo, exigindo que você durma mais”, completa.

Estudos indicam que passar muito tempo na cama pode causar alguns problemas de saúde específicos. O sono pode interromper o ritmo cardíaco do corpo, deixando-o mais propenso a doenças, por exemplo, e privá-lo de exposição à luz solar, o que pode comprometer o sistema imunológico. Um estudo descobriu que aqueles que dormiam muito têm o mesmo risco de desenvolver diabetes que aqueles que dormiam muito pouco.

O que pode estar acontecendo?


O especialista em sonolência excessiva durante o dia, diz que quando um paciente relata que precisa dormir muito, muitas vezes sofre de hipotireoidismo, condição em que a tireoide não produz hormônios de forma equilibrada. Esta condição pode influenciar o metabolismo e fazer com que a pessoa precise dormir demais. Alguns estudos sugerem que o hipotireoidismo afeta quase 5% dos adultos norte-americanos. A doença pode ser tratada facilmente com medicamentos.

Outra causa de dormir demais -e mal- é a apneia. Ela causa ronco e pausas na respiração durante o sono e uma queda nos níveis de oxigênio. Essa condição afeta cerca de 18 milhões de americanos, de acordo com a Fundação Nacional do Sono. Como o sono não é saudável, a pessoa dorme mais do que o considerado normal e, ainda sim, pode se sentir cansada quando acorda. A doença também está associada com a obesidade.

O problema de saúde mais comum de quem dorme demais, porém, é a depressão. Segundo Helene Emsellem, diretora do Centro de Distúrbios do Sono em Chevy Chase, “tratar a depressão muitas vezes pode diminuir as necessidades de sono. Entretanto, antidepressivos podem tornar as pessoas mais sonolentas”.

Nem todo mundo que dorme entre nove e 10 horas por dia não é saudável, dizem os especialistas. ”O que depende é se quando as pessoas acordam elas se sentem revigoradas”, diz Michael Breus, psicólogo no Arizona e especialista em distúrbios do sono. “Se estiverem bem depois de dez horas de sono, não sei se me importo. Mas se essas pessoas dormem e acordam já cansadas

terça-feira, 8 de abril de 2014

Especialista esclarece sobre os distúrbios do sono na infância



O sono, função fisiológica de grande importância para a criança, contribui na sua saúde como um todo. A boa qualidade de sono é aquela que supre as necessidades no que toca à quantidade de horas dormidas, com a criança acordando sem dificuldades, e permite que, no período seguinte de vigília, ela se sinta descansada e em boas condições de funcionamento mental, com desempenho satisfatório de suas funções cognitivas de memória e atenção.


De acordo com o especialista, os distúrbios relacionados ao sono podem ser causados por diversos fatores. “Nas crianças pequenas, são doenças como otites, distúrbios respiratórios, ou outras que provoquem dor e desconforto podem afetar o sono por tempo limitado. A alergia ao leite de vaca causa despertares frequentes, com ciclos de sono curtos. A doença do refluxo gastroesofágico costuma acordar a criança por dor, e a dor é aliviada quando se retira a criança do berço, bem como a síndrome de apneia e de hipopneia do sono que são causadas principalmente por doenças otorrinológicas ou por obesidade”, destaca.

Ainda segundo especialista, algumas orientações gerais podem ser fundamentais para a prevenção de distúrbios de sono durante a infância. “O sono é um processo aprendido, associado ao ritmo do dia e da noite e às condutas dos familiares em relação às rotinas para o sono da criança. É interessante que se repita um mesmo horário para dormir diariamente. O organismo se habitua aos horários, que se tornam rotina. As crianças são sensíveis às rotinas estabelecidas, trazendo para eles tranquilidade para dormir. Devem-se evitar atividades que excitem a criança perto da hora de dormir, como, por exemplo: visitas, brincadeiras, som alto e televisão”, alerta.

Desencorajar o hábito de dormir na cama dos pais também é importante, conforme o especialista, pois assim a criança se habituará a só adormecer na presença dos pais. “Esta atitude, no início, parece facilitar o sono da criança, mas traz muito trabalho para ser retirada. É aconselhável que o bebê seja exposto à claridade do sol entre 10h e 15h, para marcar a diferença entre a claridade do dia e o escuro da noite, o que favorece a consolidação do sono noturno. Em nosso meio, é frequente o hábito de oferecer mamada durante a noite. A criança que já teria condições de amadurecimento de seu relógio biológico para uma noite de sono consolidado pode passar a se despertar em virtude do ritmo de fome que se estabelece, pois ela se habitua a acordar naqueles horários. Portanto, a orientação é eliminar a alimentação durante a noite”, ressalta o especialista.

Além disso, é importante adotar um ritual para dormir de acordo com a dinâmica familiar, evitando utilizar o berço para brincadeiras e alimentação durante o dia.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Sonolenta? Saiba como lidar com as alterações do sono na gravidez.



A gravidez causa um grande impacto sobre o sono da mulher. No princípio aparece uma sonolência constante, com o passar do tempo, a barriga incomoda a gestante a encontrar uma posição confortável. A grávida pode ter dias de insônia e também passar a roncar durante a noite.

Saiba mais sobre as alterações do sono na gravidez.

Os hormônios são os culpados pelas alterações do sono na gravidez.

A principal razão pela qual as gestantes sofrem com distúrbios do sono na gestação é a mudança e a elevada taxa de hormônios. Principalmente no começo da gestação, seu corpo ainda está se acostumando com esses hormônios que deixam a grávida mais ativa, causando dificuldade para dormir, sono leve e pesadelos.

Essas alterações são perfeitamente normais e afetam a maioria das mulheres. Ao passar do tempo, a barriga da gestante vai crescendo e o problema passa a ser encontrar uma posição cômoda na hora do sono na gravidez. Essa fase é também quando as grávidas costumam ter sonolência durante e dia, mas muitas vezes dormir à noite é bastante difícil.

O sono na gravidez também pode ser influenciado por outras questões. O crescimento do bebê, que pressiona sua bexiga e causa vontade de ir ao banheiro frequente; o bebê também pressiona o estômago e pode causar azia. Igualmente há o aumento do metabolismo na gestação, que deixa a grávida mais ativa e a prepara para o nascimento.

Contudo, muitas gestantes devem ficar atentas aos sinais de distúrbios de sono na gravidez. Segundo especialistas “distúrbios do sono em gestantes e lactantes não são necessariamente uma doença, mas sintomas que indicam que algo está errado e precisa ser corrigido”. Eles dizem que pior do que não dormir são as consequências de uma noite em claro: “A maior queixa das grávidas em relação às consequências dos distúrbios do sono são as alterações no humor, brigas com o parceiro, crises de angústia, aumento da ansiedade e queda da imunidade,” explicam os especialistas.

Para controlar e evitar os problemas relacionados ao sono na gravidez, existem medidas simples que a gestante e seu médico podem tomar:

- Faça um ritual para dormir. Vá diminuindo gradualmente seu ritmo, procurando fazer atividades que relaxem desde o começo da noite.

- Antes de ir para a cama, peça massagens relaxantes para seu companheiro, faça alongamentos. Seu sono será estimulado.

- É importante manter o peso estável e praticar exercícios durante o dia. Isso auxilia no sono, ajuda a manter uma boa pressão arterial e evita diversos problemas na gestação e no parto.

- Mantenha uma dieta leve e saudável, de fácil digestão. Nada de comer alimentos gordurosos ou picantes no jantar. Evite a acidez estomacal.

- A televisão não é sua aliada. Se você tiver uma tv no quarto, desligue-a para dormir. Prefira dormir com o quarto escuro e sem barulho.


Fonte: Tribuna da Bahia

quarta-feira, 19 de março de 2014

Falta de sono pode causar transtorno bipolar



O sono é vital para a saúde do cérebro e do corpo. Especialistas alertam para os problemas causados pela privação de sono.

Quantas horas você dormiu na noite passada? Uma boa noite de sono é essencial para recarregar as energias. Mas alguns problemas podem atrapalhar o descanso e causar consequências sérias para a saúde.

Especialistas dizem que devemos passar, pelo menos, um terço do dia dormindo. Mas algumas pessoas nem chegam perto das oito horas de sono recomendadas, ou sequer chegam na metade delas. São muitos os distúrbios, como ronco, apneia e sonambulismo. Os problemas relacionados ao sono atingem milhões de pessoas em todo o mundo. Só a insônia afeta mais de 20 milhões de brasileiros.

Com a rotina cada vez mais intensa, as pessoas acabam ficando mais estressadas. É difícil relaxar até mesmo ao chegar em casa. Por isso, é comum ouvir que os remédios para dormir e calmantes estão dominando as cabeceiras. Antes de se medicar, é preciso procurar um médico. Poucos sabem, mas os distúrbios do sono têm tratamentos e as técnicas utilizadas têm efeitos satisfatórios.

Os especialistas se reuniram e discutiram sobre o assunto e destacou que a insônia pode afetar até 40% da população e as mulheres são mais sensíveis a esse problema. Além disso, é muito comum a insônia estar associada à depressão.
O especialista explicou que geralmente a insônia está ligada a uma das seguintes causas: fator genético; um fato precipitante, como uma demissão; ou atividades inadequadas antes de dormir que promovem uma insônia crônica. Ele lembrou também que dormir mal também pode engordar e que algumas pessoas com problemas de saúde têm medo de dormir.

Segundo os especialistas, é muito frequente a insônia ser consequência de um transtorno de ansiedade e o transtorno bipolar, que atinge 8% da população, pode ser desencadeado pela falta de sono. A pessoa fica irritada, eufórica ou deprimida. "A privação de sono desestabiliza o humor da pessoa”, alerta.

As pessoas que viajam muito e sofrem com o fuso horário, podem desencadear insônia e que a necessidade de sono varia de acordo com a idade. “Um bebe recém-nascido precisa de 16 horas de sono, e a necessidade vai caindo até seis horas na terceira idade”, explica.

O sono é vital para a saúde do cérebro e do corpo. Arritmias cardíacas podem provocar a fragmentação do sono e a privação crônica de sono pode causar hipertensão arterial e até a morte. “O cérebro controla todas as funções do corpo. Várias substâncias tóxicas ou inúteis que se acumulam no cérebro são eliminadas durante o sono. O sono tem uma atividade específica de reparação de todo o trabalho feito durante o dia”, alertou o especialista.

Fonte: G1

quarta-feira, 12 de março de 2014

Exercícios é chave para dormir bem?



Se você sente muito sono durante o dia ou acha que levantar da cama pela manhã é uma verdadeira sessão de tortura, talvez seja hora de adotar uma boa rotina de exercícios e, de acordo com o mais recente estudo da Fundação Nacional do Sono dos Estados Unidos, mesmo exercícios leves podem ajudar muito a ter uma boa noite de sono.

Cientistas descobrem como o sono fixa a memória no cérebro
“Com toda a imagem ruim que remédios para dormir ganharam ultimamente, é bom saber que há uma mudança de estilo de vida que pode nos ajudar a dormir melhor”, segundo o especialista “Os novos dados indicam que não importa quanto nos exercitamos, contanto que façamos exercícios”.

Desde 1991, a Fundação realiza anualmente uma enquete sobre a qualidade do sono entrevistando mil pessoas com idade de 23 a 60 anos. Na edição de 2013, que teve os resultados divulgados recentemente, mais participantes que diziam praticar exercícios físicos intensos, moderados ou leves relataram ter noites de sono melhores (de 56% a 67%) em comparação com aqueles que não se exercitavam (39%).
Mito ou realidade: precisamos de 8 horas de sono por noite?

“Se você é inativo, e fizer 10 minutos de caminhada por dia pode aumentar suas chances de ter uma boa noite de sono”, apontam especialistas. “Os dados da nossa pesquisa certamente encontraram uma relação forte entre bom sono e exercícios”.

Sedentarismo e noites ruins

Um em cada dois participantes que não se exercita disse que acaba acordando no meio da noite, e um em cada quatro disse que tem dificuldade para cair no sono.
“Sono ruim pode prejudicar a saúde em parte porque deixa as pessoas menos inclinadas a se exercitar”, explicam especialista, que ajudam a conduzir o estudo. “Mais da metade (57%) de todos os participantes disse que seu nível de atividade é menor do que o usual depois de uma noite de sono ruim. Não se exercitar e não dormir se torna um círculo vicioso”.

Outro problema relacionado à falta de exercícios foi à apneia do sono (distúrbio que faz com que a pessoa pare de respirar repentinamente enquanto dorme): 44% dos participantes inativos apresentaram risco moderado de desenvolver o problema, contra 26% dos que praticam exercícios leves, 22% dos que praticam exercícios moderados e 19% dos que praticam exercícios intensos.

Além da ausência de exercícios, o excesso de tempo que a pessoa passa sentada também se mostrou problemático: entre aqueles que passavam mais de oito horas diárias sentadas em torno de 15% disseram dormir muito bem, menos do que aqueles que passavam menos tempo (cerca de 25%).

Mexa-se (de manhã, de tarde ou de noite)

Mesmo os participantes que se exercitavam perto da hora de dormir não relataram problemas de sono, em comparação com aqueles que se exercitavam mais cedo. Esse resultado contraria a antiga recomendação de não fazer exercícios à noite, e levou a Fundação a recomendar que as pessoas com sono “normal” se exercitem a qualquer hora do dia, contanto que não troquem horas de sono por horas de exercício. No caso de pessoas com insônia crônica, contudo, a recomendação de não fazer exercícios à noite continua.

Sono “de beleza” realmente funciona?

Para encerrar, confira a seguir algumas dicas rápidas para dormir melhor:

- Faça exercícios físicos regularmente (exercícios intensos seriam o ideal, mas moderados e leves também são bons);

- Crie um ambiente apropriado para dormir – escuro, fresco e silencioso;

- Tenha um “ritual de relaxamento” antes de dormir, como tomar um banho morno ou ouvir músicas relaxantes;

- Evite se expor demais a luz à noite, e aproveite a luz natural durante o dia;

- Procure usar seu quarto apenas para dormir, não para trabalhar;

- Deixe para se preocupar durante o dia. Se algo estiver te perturbando na hora de dormir, anote e só se preocupe com isso pela manhã;

- Se estiver com insônia não insista: levante da cama e vá fazer algo relaxante, como ler;

- Se você se sentir constantemente cansado durante o dia, roncar demais ou acordar sem fôlego, fale com seu médico.



Fonte: Hypescience

quinta-feira, 6 de março de 2014

Ter uma boa noite de sono ajuda a perder peso


Quem dorme pouco tem mais tendência ao acúmulo de gordura

Dormir ajuda a relaxar o corpo, te deixa mais disposta, com a pele mais bonita e, além de tudo isso, ajuda a emagrecer. Especialistas explicam essa relação entre o sono e o emagrecimento“Pessoas que dormem menos de seis horas tem índice de massa corporal (IMC) maior do que aqueles que dormem entre 7 a 8 horas. Isso se deve também a um desequilíbrio de dois hormônios relacionados ao apetite e à saciedade da fome: a grelina e a leptina”, diz.

A leptina, hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade, também é secretada durante o sono. Assim, pessoas que permanecem acordadas por períodos superiores ao recomendado produzem menores quantidades de leptina. Resultado: o corpo sente necessidade de ingerir maiores quantidades de alimentos.

Os especialistas explicam que sete horas e meia a oito horas de sono é o ideal para a maioria das pessoas. No entanto, existem variações individuais menos frequentes, pessoas que se sentem bem apenas com cinco a seis horas de sono e outras que necessitam de 10 horas bem dormidas.

Mas quando se dorme pouco, a secreção de hormônios importantes como GH (hormônio do crescimento), insulina, cortisol, também fica alterada. “Há uma tendência ao acúmulo de gorduras, piora do desempenho físico, e até um estado de pré-diabetes pode acontecer”, afirma.

Quem não consegue dormir o suficiente durante a semana, pode fazer uma “reserva de sono” no fim de semana, assim como se pode tirar um cochilo no meio do dia para compensar uma noite mal dormida. “Isso, feito esporadicamente, não traz maiores problemas. Mas, na verdade, uma noite inteira de sono bem dormida é insubstituível”, ressalta.
É claro que se a pessoa dorme bem, mas tem uma alimentação altamente calórica associada ao sedentarismo, certamente irá ganhar peso. O corpo precisa do bom equilíbrio sempre e este é alcançado através do descanso noturno após um dia intenso de atividade mental e física associada a uma dieta saudável.

Para quem tem dificuldades de pegar no sono, ela tem algumas dicas:

- Tenha uma rotina de sono, ou seja, horário mais ou menos regular de dormir e acordar;

- Reduza as luzes da casa e do quarto próximo à hora de dormir e tente ter uma temperatura agradável no quarto;

- Evite exercícios muito intenso próximos à hora de dormir, pois isso pode aumentar muito a temperatura corporal e acelerar o metabolismo, em um momento de desaceleração do corpo para iniciar o sono.

Fonte: Bolsa de mulher