quarta-feira, 3 de abril de 2013

Caminhada em prol da boa noite de sono



Realizar periodicamente exercícios físicos ajuda a obter boas noites de descanso.

Aquela caminhada pelo bairro, o futebol com os amigos ou ginástica em casa apresentam ótimos resultados para a qualidade de vida e a saúde. Mas, também colaboram diretamente para uma boa noite de sono.

Para conseguir um descanso noturno pleno e durante o dia ter muita disposição o mais indicado é a realização de atividades físicas, pois atuam na melhora do equilíbrio e flexibilidade.  Além dos efeitos positivos na saúde, o exercício melhora o humor, promove sensação de bem-estar e ajuda a prevenir a depressão e reduzir o estresse.

Durante o sono o corpo produz um hormônio que estimula a recuperação das fibras musculares, regenerando todo o organismo, mantendo o pleno funcionamento do corpo  e ainda ajuda a manter o peso saudável. A prática de atividades físicas regularmente além de melhorar o condicionamento físico atua na redução da ansiedade e sintomas da depressão.

Caminhar
Comece a cuidar da sua saúde de uma forma simples, com caminhadas. Escolha alguns dias da semana, um local que pode ser uma praça ou ruas sem grande movimento de automóveis e um tênis confortável. Realize também exercícios aeróbicos e adquira melhoras nas noites de sono e muita qualidade de vida. 

No último final de semana, a equipe Physical Care entre amigos e clientes participaram da primeira caminha do Sono em homenagem a o Dia Mundial do Sono.

Confira nossas fotos e esperamos você na próxima caminhada.


































quarta-feira, 20 de março de 2013

Você dorme bem?



O sono ocupa um terço da vida. Por isso, dormir mal é viver mal. Mais: dormir mal não significa, apenas, dormir pouco ou ter o sono interrompido por ruídos. Alguns distúrbios do sono podem até provocar problemas de saúde como infarto ou derrame cerebral, razão pela qual requerem diagnóstico e tratamento.

Segundo o neurologista Rubens Reimão, os distúrbios do sono são muitos e atingem cerca de 25% da população. A insônia, crônica ou eventual, afeta, diz Reimão, 20% das pessoas. Cerca de 4% dos brasileiros têm apneia ou roncam. Os outros distúrbios, mais raros, não ultrapassam, juntos, 1% da população.

Apesar disso, até 20 anos atrás, poucos médicos brasileiros se preocupavam com as conseqüências da má qualidade do sono. Alguns distúrbios, como o ronco, eram vistos como um problema do outro, do companheiro de quarto que se irrita com o som repetitivo causado pela vibração da passagem do ar pelas paredes da faringe. As mulheres, por sua vez, quase nunca admitiam ser capazes de roncar.

Por volta dos anos 80, esse cenário começou a mudar. As pesquisas foram impulsionadas pela invenção do polígrafo, aparelho que permite a realização da polissonografia, um método de avaliação do sono e de suas variáveis fisiológicas. Graças aos avanços dos estudos nessa área, hoje se sabe que os distúrbios do sono tanto podem ser sintomas de enfermidades já existentes como a causa de novas. Alguns deles são uma via de mão dupla. A insônia, por exemplo, na maioria das vezes é provocada por doenças psíquicas, como depressão e ansiedade, entre outras.

Num círculo vicioso, se for grave, poderá ocasionar novas moléstias, físicas ou psíquicas. Dependendo da intensidade, o ronco e a apneia causam hipertensão arterial, infarto, derrame cerebral ou pioram arritmias cardíacas. Doenças respiratórias, como asma, enfisema e fibrose, se agravam, ou, como alerta Lia Azeredo Bittencourt, pneumologista e coordenadora clínica do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), podem até mesmo surgir em conseqüência de distúrbios do sono.

Com a polissonografia é possível descobrir e dimensionar os distúrbios do sono, o que os provoca e quais suas conseqüências. O polígrafo mais sofisticado tem atualmente 16 canais, e cada um deles mede uma atividade diferente. Os resultados obtidos, combinados com os de outros exames clínicos, possibilitam um diagnóstico correto.


Fonte: Portal Sesc

segunda-feira, 11 de março de 2013

Bruxismo infantil


O bruxismo é o ato de ranger ou apertar os dentes, quando estamos dormindo, ou até mesmo durante o dia. É causado por uma excessiva contração dos músculos da face, que possuem íntima relação com os dentes, causando desconfortos, desgastes dos dentes e dores de cabeça. Embora não sejam identificadas as causas exatas, na maioria dos casos, o stress está associado. Em primeiro lugar devemos buscar uma solução, uma resposta junto aos pais, para que se possa diagnosticar o bruxismo infantil.


As crianças que apresentam o bruxismo, na maioria das vezes são crianças agitadas, ansiosas, à vezes medrosas, podem ter uma personalidade forte, não gostam de ser contrariadas e não sabem lidar muito bem com frustrações. São agitadas até na hora de dormir e não se entregam ao sono até ficarem exaustas. Os aspectos psicológicos tais como: agressões reprimidas, problemas escolares e familiares devem ter uma atenção especial, pois se observa um aumento da ansiedade da criança por não conseguir assimilar ou exteriorizar o problema. O diagnóstico precoce e a necessidade de tratamento trará um benefício tanto ao nível dentário, como também em muitos casos psicológicos.

O bruxismo em crianças até seis anos de idade pode ser considerado normal. Desde que não estejam causando desgastes excessivos e desconfortos para a criança Nestes casos, pode ser indicado uma placa de relaxamento de silicone (diferente da placa para tratamento de Disfunção da Articulação Temporo-mandibular, que normalmente é rígida).


Se o bruxismo persiste, devemos optar também por uma terapia de apoio com psicólogos para tratar a parte emocional da criança. Também está indicada a prática de atividades de lazer, esportes que possam ajudar a reduzir o stress e ansiedade da criança, melhorando se emocional. Sendo assim, partindo do princípio que o bruxismo infantil pode ter várias causas, o tratamento ideal não deve ser isolado. É necessária uma integração entre odontopediatras, pediatras e psicólogos, analisando as possíveis causas e o tratamento mais indicado, visando sempre o bem estar da criança.

Fonte: Unimed

sexta-feira, 8 de março de 2013

quinta-feira, 7 de março de 2013

Ronco e paradas respiratórias à noite podem indicar apneia do sono



Dormir ao lado de alguém que ronca não é tarefa fácil. No Brasil, 30% dos homens têm esse problema, contra 10% das mulheres. Mas quem produz o barulho também sofre, muitas vezes sem saber. Isso porque ele pode indicar um distúrbio mais grave: a apneia do sono, que provoca pequenas e constantes paradas respiratórias durante a noite.


Para aprofundar as causas e consequências desse transtorno, que muitas vezes também desencadeia alterações cardiovasculares, o Bem Estar desta terça-feira (31) convidou o cardiologista Roberto Kalil e a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A apneia também leva a microdespertares, uma forma de o cérebro forçar o indivíduo a respirar. Alguns têm flacidez nos músculos da faringe e, quando deitam, o palato mole (“campainha”) vai para trás e obstrui ainda mais a passagem do ar.

Beber demais e estar cansado pode piorar o ronco, pois há um maior relaxamento dos músculos da garganta. Um exame chamado polissonografia, que grava e monitora o sono, é o mais indicado para diagnosticar apneia. Ele é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas as filas costumam ser grandes.

Dormir com um oxímetro (aparelho que mede a oxigenação) já ajuda o médico a verificar se o paciente tem falta de oxigenação durante a noite. Casos graves podem ser resolvidos com o uso de um aparelho que fornece oxigênio por meio de uma máscara. Mas esse equipamento é de difícil acesso pelo SUS e até pelos planos de saúde. As cirurgias de garganta, por sua vez, são eficientes apenas em casos bem específicos e com a técnica adequada.

Deitar de lado em geral ajuda a melhorar a apneia. Já a posição de barriga para cima favorece a obstrução do ar. Uma dica é usar um travesseiro comprido (aquele de abraçar com braços e pernas) e prender uma bolinha de tênis nas costas do pijama, para que a pessoa se sinta desconfortável e durma sempre de lado.

O programa desta terça também mostrou a história do motoboy Sandro Serrano, que parava de respirar 582 vezes por noite, o equivalente a 77 vezes por hora e mais de uma vez por minuto. A mulher dele se assustava com a cena repetida, que sempre era seguida por um ronco alto.


Fonte: Bem Estar

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O manual do sono: dicas para um descanso profissional








Há quem diga que é perda de tempo, mas o certo é que passamos cerca de um terço de nossa vida dormindo. Dormir é essencial não apenas para ficar acordado no dia seguinte, mas para manter-se saudável, melhorar a qualidade de vida e até aumentar a longevidade.

O que fazemos (ou não fazemos) do amanhecer ao entardecer causa um enorme impacto sobre nosso descanso da noite. A melhor maneira de garantir um bom sono noturno  é revisar as atividades e nossos hábitos muito antes de irmos para a cama. Aqui alguns conselhos para aprendermos a descansar melhor.

Mantenha horários regulares. Trate de levantar-se sempre na mesma hora, não importando a hora que tenha ido deitar. Se você deita tarde na sexta-feira e no sábado e deixa para descontar na manhã de domingo, provavelmente na segunda-feira terá problemas no trabalho.

Exercícios ajudam no repouso. Com não mais de vinte ou trinta minutos diários de caminhada, natação, bicicleta ou a prática de algum esporte três vezes por semana é possível alcançar a meta de chegar à cama relaxado. O melhor momento para realizar exercícios que beneficiem um bom sono noturno é ao final da tarde e no início da noite.

Cuidado com estimulantes. Amantes de café, chá, chocolate e refrigerantes devem saber que os efeitos destes produtos (quando consumidos em excesso) permanecem de duas a quatro horas depois da ingestão. Os médicos alertam que ao ingerirmos substâncias que contenham estimulantes ao final da tarde ou durante a noite, contribuímos para a diminuição da profundidade do sono e o aumento dos possíveis “despertares noturnos”.

Não fume. Precisa dizer mais? Só esta frase já seria completa para nossa saúde. Mas, se você precisa de mais um argumento contra o fumo, saiba que a nicotina é ainda mais estimulante que a cafeína. Os fumantes têm fases de sono profundo bem mais curtas.

Beba com moderação. Embora o álcool seja o mais antigo e popular sinônimo de sono, deve-se ter cuidado com a quantidade e com o horário em que se bebe. Muito álcool ao final da tarde pode causar sono precoce. Neste caso, o seu ciclo normal será alterado.

Qualidade x quantidade. Seis horas de sono profundo podem fazer com que você sinta-se melhor do que oito horas de sono leve e interrompido. Não se deve dormir mais que o necessário. A medida será dada pelo quanto você se sentir bem na manhã seguinte. Se recarregou bem as baterias com seis horas, não será porque você dormiu pouco, mas sim, o suficiente.

Durma à noite. Muitas pessoas têm o velho hábito de dormir após o almoço. O bom cochilo é normal para repor as energias gastas pela manhã. Mas a soneca pode atentar contra seu sono noturno. Quando sentir esta sonolência durante o dia, a dica é realizar alguma atividade física que estimule a pulsação durante dez minutos. Isto acelera o metabolismo e espanta a preguiça.

Não leve preocupações para a cama. Antes de deitar, escreva uma lista de coisas que deveria fazer, ou seus planos para o dia seguinte. Esta tarefa pode tirar de seus ombros a responsabilidade de lembrar e o subconsciente ficará relaxado. Se seguir discutindo com os problemas e os mentalizando, não conseguirá resolvê-los e nem conseguirá relaxar.

Não exagere. Comer muito antes de deitar obriga o sistema digestivo a trabalhar demais. A sonolência agradável que sentimos após a ceia pode se transformar em uma sensação de estômago pesado. Por outro lado, se você está seguindo uma dieta não durma sem comer algo, mas de baixa caloria. Não se dorme bem de estômago vazio. Todo tipo de incômodo orgânico ou físico contribui para o “despertar súbito”, evitando o sono profundo.

Desenvolva um ritual do sono. Escutar uma música relaxante, tomar uma ducha ou ler um bom livro são rituais que podem ajudar a conciliar o sono. O importante é que, uma vez escolhido, o ritual deve ser sempre repetido.


Fonte: Viva viver

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Entenda o sono do bebê


Os estágios do sono

Da mesma forma que os adultos, os bebês passam por diferentes fases de sono. Atravessamos um ciclo de sono que vai da semiconsciência ao sono leve, o sono com sonhos e finalmente o sono profundo. Depois fazemos o caminho inverso, até chegar ao estágio acordado e o de voltar a dormir de novo. A etapa do sono em que geralmente sonhamos é conhecida como REM (da sigla em inglês rapid eye movement, ou movimento rápido dos olhos). Adultos e bebês costumam ter, em média, cinco ciclos de sono por noite. 

Sonhos

A fase do sono com sonhos ocorre nos bebês mesmo antes de nascerem -- ela aparece por volta dos 6 ou 7 meses de gravidez. Nos recém-nascidos é muito fácil identificar quando estão em um estágio de sono com sonhos ou não. Você vai notar um movimento de olhos de um lado para o outro sob as pálpebras durante o sonhos, com o corpo basicamente parado e a respiração irregular. 

Os bebês menores têm mais sono com sonhos do que os adultos, os quais passam cerca de 25 por cento do tempo de sono sonhando. De acordo com o especialista em sono norte-americano Richard Ferber, as crianças ao nascer passam por volta de 50 por cento do tempo dormindo em estágio REM. Essa proporção cai para 33 por cento até os 3 anos e para 25 por cento a partir de 10 a 14 anos. 

Acredita-se que esse estágio de sono seja fundamental para que nossas experiências do dia-a-dia possam ser "arquivadas", algo especialmente importante para crianças em desenvolvimento. 

Fase do sono sem sonhos

Nesse estágio do sono, o bebê vai respirar de forma profunda e regular, com a presença ocasional de suspiros profundos. Ele ficará em uma posição imóvel, mas às vezes fará pequenos movimentos de chupar com a boca, além de poder ter um movimento mais brusco do corpo (que é perfeitamente normal, e que ocorre em adultos também). 

A fase de sono sem sonhos dos recém-nascidos acontece em pequenos intervalos, ao contrário das crianças maiores e dos adultos. Ao longo do primeiro mês de vida, o sono vai aos poucos ficando mais contínuo, e os movimentos repentinos desaparecem. 

É preciso sonhar

É bem provável que você seja constantemente acordada pelo choro do seu filho bem no meio do sono profundo, ou de um sonho. Ao contrário do que acontece quando se acorda naturalmente, ser despertada de forma repentina de uma fase de sono profundo é extremamente desagradável. Isso pode deixar você meio desorientada, especialmente se tiver sido despertada no meio de um sonho, e no dia seguinte você fica sonolenta. 

Como a falta de sono afeta sua vida

Ficar sem dormir adequadamente pode deixar você confusa e irritada não só em casa, como também no trabalho, além de abrir caminho para sentimentos de raiva em relação ao bebê. 

Sua paciência já está tão esgotada que você também acaba perdendo a cabeça com muito mais facilidade, o que pode tornar o ambiente doméstico tenso e ruim. 

Aprendendo a lidar com a falta de sono

Veja a seguir alguns dos problemas mais comuns após uma noite maldormida e sugestões de como administrá-los: 

Perder a hora. Aumente o volume do despertador e levante assim que ele tocar. Um bom truque é colocar o despertador do outro lado do quarto, porque aí você é forçada a sair da cama para desligá-lo. Evite programar o despertador para mais cedo e ficar apertando o botão de "soneca" ou "snooze" muitas vezes -- você só vai prejudicar o precioso tempo de sono que finalmente conseguiu. 

Letargia diurna. Se está difícil se manter acordada durante o dia, nada como uma boa dose de cafeína para azeitar a máquina! Evite, contudo, consumir cafeína depois do meio-dia, já que ela pode afetar sua capacidade de adormecer à noite. Caso esteja amamentando, você terá que tomar mais cuidado com a dose de cafeína, e talvez possa substituí-la por água gelada. Isso se você já estiver trabalhando. Se ainda estiver de licença-maternidade, aproveite qualquer chance durante o dia e... durma! 

Distração no trabalho. A falta de sono atrapalha a concentração, por isso procure lidar com tarefas menos importantes e deixe as mais urgentes para o dia seguinte. Caso não possa adiá-las, destine então o começo da manhã para esses assuntos, porque você provavelmente estará mais alerta (é provável que no meio da tarde seja quase impossível manter os olhos abertos). 

Sono ao volante. Caso tenha que dirigir de qualquer jeito e esteja se sentindo exausta, tente tirar uma curta soneca antes, ou tome uma xícara de café e abaixe as janelas ou ligue o ar condicionado para ventilar o carro. Se estiver guiando e sentir que vai pegar no sono, procure um lugar seguro para encostar e fechar os olhos por alguns minutos ou para sair para tomar um pouco de ar fresco. Lembre-se de que café ou refrigerantes à base de cafeína ajudam no curto prazo, mas não são substitutos para as horas de sono que estão faltando na sua vida. 

Tarefas domésticas. Se você não tiver nenhum tipo de ajuda em casa, o melhor a fazer é simplificar a rotina e escolher apenas um ou dois serviços domésticos por dia. Desobrigue-se de varrer a casa inteira, limpar banheiros ou cuidar da roupa diariamente. Uma boa noite de sono é sem dúvida nenhuma bem mais importante neste momento do que uma casa absolutamente limpa. E o descanso também contribui para o sucesso da amamentação.


Fonte: bebe.com