quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Virada Sustentável tem palestra sobre a importância do sono



Evento gratuito tem programação nos principais parques da cidade de São Paulo de 28 a 31 de agosto

Ter boa noite de sono diariamente é uma realidade para poucos. No Brasil, segundo o Instituto do Sono da Associação Fundo de Incentivo à Pesquisa (AFIP-SP), 63% da população adulta apresenta alguma queixa relacionada ao sono. Visando esse público, que representa mais da metade da população brasileira, a 4ª edição da Virada Sustentável recebe a Dr. Fernanda Camargo, fisioterapeuta e especialista em sono da Physical Care, centro de referência no assunto, para uma palestra sobre sono sustentável, no dia 30 de agosto, no Parque da Água Branca, em São Paulo. 

A palestra tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do sono saudável e alertar as principais causas do distúrbio, como o estresse provocado pelo dia a dia, alimentação descontrolada e até os maus hábitos de sono. Segundo a Dr. Fernanda, na maioria dos casos é possível ter melhores noites de sono adotando algumas mudanças no estilo de vida. “Algumas medidas podem resolver o problema de grande parte da população que é afetada pelo estresse, muitas vezes ocasionado pela rotina de trabalho. Ter uma alimentação regular, e saudável, ter um horário fixo para dormir e fazer do seu quarto um lugar relaxante e confortável, são alguns fatores que podem ajudar a solucionar esse problema,” explica a doutora.   

O evento acontece do dia 28 a 31 de agosto simultaneamente nos parques Ibirapuera, Villa Lobos, Juventude, Água Branca e parque linear Cantinho do Céu, além do Memorial da América Latina, Universidade de São Paulo (USP), Casa de Cultura Palhaço Carequinha e em escolas e espaços públicos espalhados na cidade. O Largo da Batata e a Praça Victor Civita também serão palco de atividades. Voltado para público de todas as idades, o evento recebe além da palestra sobre sono sustentável, atividades infantis, oficinas, rodas de conversas, apresentações musicais, exposições, bicicletadas, entre outras atividades durante os três dias de evento.

A Virada Sustentável apresenta uma visão ampla, positiva e inspiradora da sustentabilidade, abordando temas como, biodiversidade, cidadania, resíduos, mobilidade urbana, água, direito à cidade, mudanças climáticas, consumo consciente e economia verde. De acordo com o Dr. Carlos Uchôa, pode-se definir uma vida sustentável em três pilares: alimentar-se bem, praticar atividade física e atingir um sono de qualidade diariamente. A programação completa do evento pode ser conferida no site www.viradasustentavel.com.



Serviço

Palestra: Sono Sustentável
Data: 30 de agosto
Horário: 10h às 11h
Local: Parque da Água Branca - Praça do Coreto
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 455, São Paulo - SP

Para mais informações: www.viradasustentavel.com

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Dormir bem previne as rugas


Você sabia? Durante a noite de descanso, o corpo produz hormônio responsável pela renovação celular, como o GH, prevenindo o envelhecimento precoce da pele, a flacidez muscular e a fraqueza óssea. #PhysicalCare #Saúde #Sono
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O que acontece quando você dorme?


Você já pensou em como o sono é importante para sua vida? É durante o sono que nosso cérebro descansa, as células se reparam e o corpo libera hormônios importantes. Tenha noites de sono perfeitas com a #PhysicalCare! Visite nosso site: www.physicalcare.com.br

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Distúrbios do sono podem ser confundidos com preguiça; saiba mais




Você é daqueles que sente sono durante o dia ou enquanto faz alguma atividade corriqueira? Precisa tirar um cochilo periodicamente para poder produzir? Sente sono enquanto deveria estar acordado?

Pode ser conversa de preguiçoso, mas o que pouquíssimas pessoas sabem é que a sonolência e a preguiça durante o dia podem ser preocupantes, sendo caracterizados como narcolepsia e hipersonia, ambos, distúrbios do sono. 

De acordo com o especialista, esses distúrbios não são muito fáceis de serem diagnosticados. "A dificuldade em constatar os problemas é que eles podem ser naturalmente confundidos com uma preguiça ou sonolência em demasia, ainda que a pessoa durma bem durante a noite", explica. 

No meio social, por exemplo, os portadores dessas síndromes são tachados pelos familiares ou amigos como preguiçosos, e desenvolvem consequente dificuldade na carreira profissional e no desenvolvimento de atividades sociais. "Em contrapartida, o indivíduo nem sempre sabe que é portador da doença, por isso, nesses casos, é fundamental o apoio psicológico e, claro, a busca por tratamento", alerta a especialista. 

No caso da hipersonia, o paciente deve apresentar os sintomas por pelo menos um mês e esse transtorno deve ter um impacto significativo sobre a vida social. Já as manifestações de narcolepsia, começam geralmente na adolescência, trazendo sérias consequências individuais e sociais. Seu diagnóstico pode demorar vários anos, até que possa ser identificado corretamente. Além disso, é importante ressaltar que a única diferença entre a narcolepsia e a hipersonia é que, neste último, a sonolência não é súbita, como acontece em um quadro de narcolepsia, com a cataplexia (súbita perda da força e controle muscular). 

Ainda que não sejam consideradas doenças graves, estes distúrbios são alarmantes, afinal, tendem a acontecer a qualquer momento e em ocasiões inusitadas, entre elas, enquanto a pessoa está dirigindo um automóvel, operando máquinas ou cozinhando, por exemplo. "E isso, com certeza, é preocupante, já que se trata de situações em que o indivíduo está concentrado em uma atividade e extremamente vulnerável", esclarece o especialista. 

Apesar de estar ligada ao sono, a narcolepsia e a hipersonia apresentam algumas diferenças. Abaixo, o especialista esclarece dúvidas e fala sobre causas e tratamentos desses distúrbios. 

Narcolepsia 

É um distúrbio do sono que se caracteriza pelo excesso de sonolência durante os períodos diurnos, mesmo quando o indivíduo tenha dormido normalmente à noite. 

 - O principal sintoma é a sonolência diurna excessiva e os cochilos em situações impróprias ou inadequadas. Além disso, pode apresentar alucinações que se assemelham a sonhos, antes de acordar. Essas alucinações podem envolver a visão, a audição e também outros sentidos do corpo humano. O indivíduo pode não conseguir se mover assim que acorda ou quando começa a dormir. Em casos mais graves, a pessoa pode cair e ficar paralisada por até vários minutos. 

 - As causas do distúrbio podem ser tanto genéticas quanto externas, e podem ir desde a alteração no equilíbrio existente entre neurotransmissores do cérebro até o estresse. 

 - O portador deve adotar algumas medidas comportamentais como seguir horários regulares para atividades do dia-a-dia, evitar situação de privação de sono noturno e, sempre que possível, tirar cochilos programados de 15 a 20 minutos, duas ou três vezes durante o dia, para facilitar o controle da sonolência diurna. O tratamento farmacológico também é indispensável, mas sempre sob prescrição e orientação médica especializada. 


 Hipersonia 

Também conhecida como sonolência excessiva, é um aumento absoluto das horas de sono, chegando a 25% a mais do que o normal. As pessoas que sofrem desse distúrbio podem cair no sono a qualquer momento, inclusive enquanto estão fazendo atividades cotidianas. 

 - O indivíduo sente sonolência excessiva por pelo menos 1 mês (ou menos, se recorrente), evidenciada por episódios de sono prolongados ou episódios de sono diurno que ocorrem quase que diariamente. Além disso, sente dificuldade de concentração e raciocínio, falta de energia para as atividades dos dia-a-dia e alterações neuropsicológicas e cognitivas. 

 - As principais causas são anemia, alterações de níveis hormonais, e o uso de antidepressivos, medicações antináusea, analgésicos e sedativos. 

 
- O tratamento da hipersonia pode ser feito com medicamentos estimulantes, antidepressivos e mudanças em certos hábitos como, por exemplo, estabelecer horários fixos para dormir e acordar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e cafeína (especialmente à noite) e preparar melhor o ambiente do quarto na hora de dormir, cortando televisão e luzes muito fortes. 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Fome durante a noite




Síndrome prejudica o sono e pode alterar o comportamento 


A cena parece ser bastante normal: um indivíduo acordando no meio da madrugada para “assaltar a geladeira”. Sim, parece. Mas, no caso de pessoas com a Síndrome Alimentar Noturna (SAN), não é bem assim. Descrita na década de 50 pelo psiquiatra americano Albert Stunkard, a SAN é um transtorno alimentar que se caracteriza pelo excesso de fome noturna, levando a um consumo alto de calorias neste período.

Indivíduos com este distúrbio apresentam compulsão noturna em pequenos períodos de tempo e ingerem mais de 50% do consumo diário antes de dormir e durante a madrugada. Além disso, algumas pessoas ainda correm riscos cortando alimentos, ligando o fogão ou, até mesmo, comendo comida crua. No Brasil, ainda não há estudos sobre a SAN, porém, o distúrbio já afeta 1,5% da população americana, crescendo bastante entre os obesos.

O principal problema da Síndrome Alimentar Noturna está relacionado ao aumento de peso e às suas consequências, dentre elas, pressão alta, diabetes e alteração de colesterol. Outro problema é a alteração do sono, pois há a necessidade de despertar no meio da noite para se alimentar.

 Segundo o especialista, os indivíduos com a SAN apresentam também perda de apetite pela manhã, tem problema de insônia e sono fragmentado, levantando-se uma ou mais vezes da cama durante a noite. “A SAN é um distúrbio do sono chamado de parassonia, ou seja, comportamento anormal que ocorre durante o sono e na transição entre sono e vigília, que se enquadra na classificação de sonambulismo”.

O especialista ainda explica que o sono normal depende da liberação dos hormônios melatonina, responsável pela regulação do sono, e da leptina, responsável pela sensação de saciedade. Indivíduos que despertam durante a noite para comer apresentam nível menor na produção de melatonina e de leptina, estando sujeitos, consequentemente, à insônia. 

“O que ainda não se sabe é se elas despertam por conta da sensação inconsciente de fome ou se, após despertarem, vem essa sensação à consciência. Porém, é provável que a liberação desses dois mediadores cerebrais estejam relacionados à SAN”, explica o especialista.


Existem várias opções de tratamento para a Síndrome Alimentar Noturna. Entre elas, acompanhamento comportamental com psicoterapia, mudanças de hábitos de vida, e, em alguns casos, necessidade do uso de medicação. “A principal medida preventiva, entretanto, é a boa alimentação, sempre observando os horários e os alimentos adequados para cada refeição”, finaliza o especialista.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Dormir demais pode atrapalhar e deixa as pessoas com sono






Dormiu mais do que o normal na noite passada, mas continua cansado?

 Pois é, ao contrário do que se imagina ter horas extras de sono pode não ser a cura para o cansaço. Isso porque o corpo funciona dentro de uma rotina de sono e está adaptado e acostumado com esta consistência. Ficar mais tempo na cama interrompe justamente este ritmo já estabelecido. As informações são do site The Huffington Post.

Segundo Michafel J. Breus, especialista da Academia Americana da Medicina do Sono, a média de um ciclo de sono é de 90 minutos, o que significa que as pessoas têm aproximadamente cinco etapas dessas durante uma noite de 7,5 horas de repouso.

Portanto, quem fica uma hora a mais na cama além do que está acostumado desperta no estágio 3 ou 4 deste ciclo, que representa o sono profundo. Além de ser mais difícil acordar nesta fase, é a interrupção desta etapa completa que deixará a pessoa exausta e desanimada durante todo o dia. "Vale lembrar que quantidade não é qualidade. Você pode dormir muito e ainda ser estar privado de um bom sono", afirma o especialista.

Para ter uma qualidade melhor de sono, o ideal é marcar o horário que precisa levantar da cama de manhã e diminuir 7,5 horas para assim encontrar o tempo certo de ir dormir e poder completar os cinco ciclos completos durante a noite.

Vida de casal 
Se é normal perder o sono depois de uma briga, um novo estudo da Universidade de Pittsburgh mostra que a vida do casal influência ainda mais a qualidade do sono. "O sono das pessoas casadas tem uma imensa sincronia, o que sugere que a qualidade dele é determinada não só por quanto se dorme, mas também por com quem se está dormindo", explica o líder do estudo, Dr. Heather Gunn. As informações são do site inglês Daily Mail.

O levantamento concluiu que o relacionamento é responsável pela sincronicidade do sono do casal e que aqueles que dormem na mesma cama tendem a ficar acordados juntos 75% do tempo. Além disso, quando a mulher está satisfeita com o casamento ou com o namoro, esse número é ainda maior. "A maioria das informações que temos sobre o sono vem de estudos feitos individualmente com as pessoas, mas, para a maioria dos adultos, o sono é um comportamento dividido e integrado ao seu parceiro na cama", afirma o especialista. Segundo ele, a rotina de sono das pessoas influencia e é influenciada pelas características do relacionamento.

Apresentada no encontro anual da Associated Professional Sleep Societies, nos Estados Unidos, a pesquisa observou por 10 dias o sono de 46 casais, que responderam ainda questões sobre a situação do casamento.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Uma boa noite de sono para os idosos é essencial para a saúde cognitiva


Descanso deve ser de seis a nove horas por noite para obtenção dos benefícios


Em um estudo inovador sobre um assunto banal, pesquisadores da Universidade de Oregon compilaram dados de populações idosas em seis nações de renda média e concluíram: seis a nove horas de sono por noite é fundamental para a cognição de idosos.   
Os resultados indicam que a melhoria dos padrões de sono pode ser crítica na prevenção e no tratamento da demência.
Queríamos observar o envelhecimento, particularmente à demência e o declínio cognitivo em pessoas mais velhas, como também a importância do sono. Nossos resultados oferecem evidências convincentes de que o sono importa muito afirma a pesquisadora Theresa E. Gildner, doutoranda no Departamento de Antropologia da universidade.      
Ainda que a importância do sono para o pensamento mais claro seja quase uma nova descoberta, estudos semelhantes no passado foram limitados a populações em potências econômicas, como Estados Unidos, Europa Ocidental e Japão.           
O estudo começou em 2007 e envolveram 30 mil participantes de pelo menos 50 anos de idade nos países China, Gana, Índia, México, Rússia e África do Sul. Em todos os seis países, que são muito diferente cultural, econômica e ambientalmente, você vê padrões semelhantes surgindo diz Gildner.             
Os resultados indicam que as mulheres são mais propensas a enfrentar dificuldade com a qualidade do sono, enquanto os homens relataram períodos mais curtos de sono. As únicas exceções foram a Rússia e o México, onde os homens relataram dormir mais tempo do que as mulheres. Dos países considerados, os homens e as mulheres na África do Sul dormem mais, enquanto os da Índia dormem o mínimo.
Embora a importância do sono nunca deva ser subestimada, quando em demasia ele também pode comprometer a cognição, de acordo com o estudo. Os indivíduos que relataram dormir mais de nove horas por noite apresentaram menores pontuações em testes cognitivos, assim como aqueles que dormem menos de seis horas.
Os participantes foram entrevistados e testados por falantes nativos treinados em cada país. A média dos dados foi tirada de relatórios de qualidade do sono, baseados em uma escala de cinco pontos e no número de horas que os participantes haviam dormido nas últimas duas noites.
Depois, os voluntários foram submetidos a testes cognitivos padronizados que incluíam recordação imediata de uma lista de palavras, seguida da recordação tardia delas, testes numéricos e um teste de fluência verbal no qual listaram o máximo de animais possível, sem repetição.                            

Gildner comentou sobre as diferenças de gênero nos resultados do estudo, o que poderia refletir as mudanças hormonais da menopausa e da tensão de perder um cônjuge. A primeira leva de resultados foi publicada na edição de junho do Journal of Clinical Sleep Medicine, apesar de a pesquisa ainda estar acontecendo.