segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Dormir menos de 6 horas por dia faz mal para a saúde


Em São Paulo, um estudo feito pelo Instituto do Sono ouviu 1.000 pessoas e apontou que a média de sono do paulistano é de 6,5 horas. No entanto, de maneira geral, o ideal é dormir de 7 a 8 horas por noite já que um sono de menos de 6 horas já chega a oferecer riscos para a saúde. Saiba mais:http://goo.gl/DZoyYt



terça-feira, 9 de setembro de 2014

Sonolência excessiva pode ser apneia do sono



Saiba os sintomas da doença e conheça o teste para identificar se você deve ou não procurar um especialista

O trabalho do dia a dia, os estudos e a vida pessoal podem causar uma exaustão e sonolência durante o dia, porém, nem sempre esse cansaço pode ser solucionado com uma boa noite de sono. A sonolência excessiva é um dos sintomas causado pela apneia obstrutiva do sono (AOS), doença em que o paciente tem pausas na respiração enquanto dorme, impedindo o ar de chegar nos pulmões.

A apneia obstrui as vias aéreas, impedindo a respiração dos pacientes, interrompendo o sono do paciente e assim causando distúrbios de sono. Outro sintoma comum causado pela doença é o ronco, segunda a Dra. Fernanda Cristina Ferreira de Camargo, Fisioterapeuta e Especialista da Physical Care, Centro de Referência em Sono, o som é provocado pela obstrução parcial ou mesmo completa das vias aéreas superiores, o que dificulta a passagem do ar.
“O ronco pode ser um sintoma da apneia obstrutiva do sono que é caracterizado pela parada respiratória impedindo a entrada de oxigênio e saída de gás carbônico enquanto o paciente acredita estar dormindo, porém, na verdade estão ocorrendo micro despertares que impossibilitam que as fases do sono sigam seu rumo natural para que haja um sono verdadeiramente reparador” explica a especialista.

Para saber se você tem alto ou baixo risco de apneia, há um teste online, com duração de 3 minutos, para você identificar se deve ou não procurar um especialista no assunto. Além da sonolência excessiva e o ronco existem outros sintomas menos comuns em pacientes que possuem a doença, como dores de cabeça no período da manhã, insônia, ansiedade, depressão, esquecimento, ganho de peso e o aumento da frequência cardíaca.

Tratamento

Apneia do sono não tem cura, mas pode ser controlada quando bem diagnosticada. O tratamento tem como objetivo manter as vias aéreas livres restaurando o fluxo de ar durante a noite, para isso a preciso utilizar uma máscara que veste o somente o nariz ou o nariz e boca ao mesmo tempo, conectada a um gerador de fluxo de ar, conhecido como CPAP. O CPAP consiste em pressão positiva para facilitar a passagem do ar através das vias aéreas superiores durante a noite.

De acordo com a Dra. Fernanda o nível dessa pressão positiva fornecida pela interface da máscara é ajustado no paciente de acordo com o estudo polissonográfico. “O uso da máscara e CPAP de maneira certa pode apresentar uma taxa de sucesso acima de 80% no tratamento, seu uso diário depende da parceria entre fisioterapeuta e paciente que é fundamental para uma escolha adequada da máscara e do gerador de fluxo (Cpap ou Bipap) que devidamente ajustados, ou seja, sem vazamentos pelo bom acoplamento da máscara no rosto e pelo ajuste da pressão ideal que é realizado no equipamento pelos nossos profissionais. A correta utilização da máscara e mesmo sua higienização é ensinada ao paciente, além do acompanhamento de perto que é um dos maiores diferenciais Physical Care para que haja uma adaptação e manutenção do tratamento e assim seus respectivos benefícios a saúde,” finaliza a doutora.


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Virada Sustentável tem palestra sobre a importância do sono



Evento gratuito tem programação nos principais parques da cidade de São Paulo de 28 a 31 de agosto

Ter boa noite de sono diariamente é uma realidade para poucos. No Brasil, segundo o Instituto do Sono da Associação Fundo de Incentivo à Pesquisa (AFIP-SP), 63% da população adulta apresenta alguma queixa relacionada ao sono. Visando esse público, que representa mais da metade da população brasileira, a 4ª edição da Virada Sustentável recebe a Dr. Fernanda Camargo, fisioterapeuta e especialista em sono da Physical Care, centro de referência no assunto, para uma palestra sobre sono sustentável, no dia 30 de agosto, no Parque da Água Branca, em São Paulo. 

A palestra tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do sono saudável e alertar as principais causas do distúrbio, como o estresse provocado pelo dia a dia, alimentação descontrolada e até os maus hábitos de sono. Segundo a Dr. Fernanda, na maioria dos casos é possível ter melhores noites de sono adotando algumas mudanças no estilo de vida. “Algumas medidas podem resolver o problema de grande parte da população que é afetada pelo estresse, muitas vezes ocasionado pela rotina de trabalho. Ter uma alimentação regular, e saudável, ter um horário fixo para dormir e fazer do seu quarto um lugar relaxante e confortável, são alguns fatores que podem ajudar a solucionar esse problema,” explica a doutora.   

O evento acontece do dia 28 a 31 de agosto simultaneamente nos parques Ibirapuera, Villa Lobos, Juventude, Água Branca e parque linear Cantinho do Céu, além do Memorial da América Latina, Universidade de São Paulo (USP), Casa de Cultura Palhaço Carequinha e em escolas e espaços públicos espalhados na cidade. O Largo da Batata e a Praça Victor Civita também serão palco de atividades. Voltado para público de todas as idades, o evento recebe além da palestra sobre sono sustentável, atividades infantis, oficinas, rodas de conversas, apresentações musicais, exposições, bicicletadas, entre outras atividades durante os três dias de evento.

A Virada Sustentável apresenta uma visão ampla, positiva e inspiradora da sustentabilidade, abordando temas como, biodiversidade, cidadania, resíduos, mobilidade urbana, água, direito à cidade, mudanças climáticas, consumo consciente e economia verde. De acordo com o Dr. Carlos Uchôa, pode-se definir uma vida sustentável em três pilares: alimentar-se bem, praticar atividade física e atingir um sono de qualidade diariamente. A programação completa do evento pode ser conferida no site www.viradasustentavel.com.



Serviço

Palestra: Sono Sustentável
Data: 30 de agosto
Horário: 10h às 11h
Local: Parque da Água Branca - Praça do Coreto
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 455, São Paulo - SP

Para mais informações: www.viradasustentavel.com

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Dormir bem previne as rugas


Você sabia? Durante a noite de descanso, o corpo produz hormônio responsável pela renovação celular, como o GH, prevenindo o envelhecimento precoce da pele, a flacidez muscular e a fraqueza óssea. #PhysicalCare #Saúde #Sono
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O que acontece quando você dorme?


Você já pensou em como o sono é importante para sua vida? É durante o sono que nosso cérebro descansa, as células se reparam e o corpo libera hormônios importantes. Tenha noites de sono perfeitas com a #PhysicalCare! Visite nosso site: www.physicalcare.com.br

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Distúrbios do sono podem ser confundidos com preguiça; saiba mais




Você é daqueles que sente sono durante o dia ou enquanto faz alguma atividade corriqueira? Precisa tirar um cochilo periodicamente para poder produzir? Sente sono enquanto deveria estar acordado?

Pode ser conversa de preguiçoso, mas o que pouquíssimas pessoas sabem é que a sonolência e a preguiça durante o dia podem ser preocupantes, sendo caracterizados como narcolepsia e hipersonia, ambos, distúrbios do sono. 

De acordo com o especialista, esses distúrbios não são muito fáceis de serem diagnosticados. "A dificuldade em constatar os problemas é que eles podem ser naturalmente confundidos com uma preguiça ou sonolência em demasia, ainda que a pessoa durma bem durante a noite", explica. 

No meio social, por exemplo, os portadores dessas síndromes são tachados pelos familiares ou amigos como preguiçosos, e desenvolvem consequente dificuldade na carreira profissional e no desenvolvimento de atividades sociais. "Em contrapartida, o indivíduo nem sempre sabe que é portador da doença, por isso, nesses casos, é fundamental o apoio psicológico e, claro, a busca por tratamento", alerta a especialista. 

No caso da hipersonia, o paciente deve apresentar os sintomas por pelo menos um mês e esse transtorno deve ter um impacto significativo sobre a vida social. Já as manifestações de narcolepsia, começam geralmente na adolescência, trazendo sérias consequências individuais e sociais. Seu diagnóstico pode demorar vários anos, até que possa ser identificado corretamente. Além disso, é importante ressaltar que a única diferença entre a narcolepsia e a hipersonia é que, neste último, a sonolência não é súbita, como acontece em um quadro de narcolepsia, com a cataplexia (súbita perda da força e controle muscular). 

Ainda que não sejam consideradas doenças graves, estes distúrbios são alarmantes, afinal, tendem a acontecer a qualquer momento e em ocasiões inusitadas, entre elas, enquanto a pessoa está dirigindo um automóvel, operando máquinas ou cozinhando, por exemplo. "E isso, com certeza, é preocupante, já que se trata de situações em que o indivíduo está concentrado em uma atividade e extremamente vulnerável", esclarece o especialista. 

Apesar de estar ligada ao sono, a narcolepsia e a hipersonia apresentam algumas diferenças. Abaixo, o especialista esclarece dúvidas e fala sobre causas e tratamentos desses distúrbios. 

Narcolepsia 

É um distúrbio do sono que se caracteriza pelo excesso de sonolência durante os períodos diurnos, mesmo quando o indivíduo tenha dormido normalmente à noite. 

 - O principal sintoma é a sonolência diurna excessiva e os cochilos em situações impróprias ou inadequadas. Além disso, pode apresentar alucinações que se assemelham a sonhos, antes de acordar. Essas alucinações podem envolver a visão, a audição e também outros sentidos do corpo humano. O indivíduo pode não conseguir se mover assim que acorda ou quando começa a dormir. Em casos mais graves, a pessoa pode cair e ficar paralisada por até vários minutos. 

 - As causas do distúrbio podem ser tanto genéticas quanto externas, e podem ir desde a alteração no equilíbrio existente entre neurotransmissores do cérebro até o estresse. 

 - O portador deve adotar algumas medidas comportamentais como seguir horários regulares para atividades do dia-a-dia, evitar situação de privação de sono noturno e, sempre que possível, tirar cochilos programados de 15 a 20 minutos, duas ou três vezes durante o dia, para facilitar o controle da sonolência diurna. O tratamento farmacológico também é indispensável, mas sempre sob prescrição e orientação médica especializada. 


 Hipersonia 

Também conhecida como sonolência excessiva, é um aumento absoluto das horas de sono, chegando a 25% a mais do que o normal. As pessoas que sofrem desse distúrbio podem cair no sono a qualquer momento, inclusive enquanto estão fazendo atividades cotidianas. 

 - O indivíduo sente sonolência excessiva por pelo menos 1 mês (ou menos, se recorrente), evidenciada por episódios de sono prolongados ou episódios de sono diurno que ocorrem quase que diariamente. Além disso, sente dificuldade de concentração e raciocínio, falta de energia para as atividades dos dia-a-dia e alterações neuropsicológicas e cognitivas. 

 - As principais causas são anemia, alterações de níveis hormonais, e o uso de antidepressivos, medicações antináusea, analgésicos e sedativos. 

 
- O tratamento da hipersonia pode ser feito com medicamentos estimulantes, antidepressivos e mudanças em certos hábitos como, por exemplo, estabelecer horários fixos para dormir e acordar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e cafeína (especialmente à noite) e preparar melhor o ambiente do quarto na hora de dormir, cortando televisão e luzes muito fortes. 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Fome durante a noite




Síndrome prejudica o sono e pode alterar o comportamento 


A cena parece ser bastante normal: um indivíduo acordando no meio da madrugada para “assaltar a geladeira”. Sim, parece. Mas, no caso de pessoas com a Síndrome Alimentar Noturna (SAN), não é bem assim. Descrita na década de 50 pelo psiquiatra americano Albert Stunkard, a SAN é um transtorno alimentar que se caracteriza pelo excesso de fome noturna, levando a um consumo alto de calorias neste período.

Indivíduos com este distúrbio apresentam compulsão noturna em pequenos períodos de tempo e ingerem mais de 50% do consumo diário antes de dormir e durante a madrugada. Além disso, algumas pessoas ainda correm riscos cortando alimentos, ligando o fogão ou, até mesmo, comendo comida crua. No Brasil, ainda não há estudos sobre a SAN, porém, o distúrbio já afeta 1,5% da população americana, crescendo bastante entre os obesos.

O principal problema da Síndrome Alimentar Noturna está relacionado ao aumento de peso e às suas consequências, dentre elas, pressão alta, diabetes e alteração de colesterol. Outro problema é a alteração do sono, pois há a necessidade de despertar no meio da noite para se alimentar.

 Segundo o especialista, os indivíduos com a SAN apresentam também perda de apetite pela manhã, tem problema de insônia e sono fragmentado, levantando-se uma ou mais vezes da cama durante a noite. “A SAN é um distúrbio do sono chamado de parassonia, ou seja, comportamento anormal que ocorre durante o sono e na transição entre sono e vigília, que se enquadra na classificação de sonambulismo”.

O especialista ainda explica que o sono normal depende da liberação dos hormônios melatonina, responsável pela regulação do sono, e da leptina, responsável pela sensação de saciedade. Indivíduos que despertam durante a noite para comer apresentam nível menor na produção de melatonina e de leptina, estando sujeitos, consequentemente, à insônia. 

“O que ainda não se sabe é se elas despertam por conta da sensação inconsciente de fome ou se, após despertarem, vem essa sensação à consciência. Porém, é provável que a liberação desses dois mediadores cerebrais estejam relacionados à SAN”, explica o especialista.


Existem várias opções de tratamento para a Síndrome Alimentar Noturna. Entre elas, acompanhamento comportamental com psicoterapia, mudanças de hábitos de vida, e, em alguns casos, necessidade do uso de medicação. “A principal medida preventiva, entretanto, é a boa alimentação, sempre observando os horários e os alimentos adequados para cada refeição”, finaliza o especialista.