segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Oxigenoterapia saiba mais




A oxigenoterapia consiste na administração de oxigênio suplementar com o intuito de elevar ou manter a saturação de oxigênio acima de 90%, corrigindo os danos da hipoxemia.

 Deve ser administrada com base em alguns parâmetros utilizados para avaliar o grau de oxigenação sangüínea. A pressão arterial de oxigênio (PaO2), normalmente entre 90 e 100mmHg, deve ser analisada. Essa medida refere-se à quantidade de oxigênio dissolvida no plasma e valores abaixo da normalidade indicam trocas gasosas ineficientes.


Outro índice importante é a saturação da oxiemoglobina arterial (SatO2) que é proporcional à quantidade de oxigênio transportado pela hemoglobina. Seu valor é igual ou maior que 97% e pode ser monitorada pela oximetria de pulso ou de forma invasiva por meio de coleta e análise do sangue arterial. A saturação venosa de oxigênio (SvO2), a pressão de oxigênio venoso misto (PvO2), o conteúdo do oxigênio arterial (CaO2) e a liberação sistêmica de oxigênio (PO2) são outros parâmetros que também devem ser considerados.

O objetivo primário da oxigenoterapia é aumentar a quantidade de oxigênio carreado pelo sangue aos tecidos. Através do aumento da concentração de oxigênio no ar alveolar, cria-se uma diferença entre a pressão parcial desse gás dentro dos alvéolos e o oxigênio dissolvido no plasma, facilitando a passagem de oxigênio para o capilar, sua dissolução no plasma e associação com a hemoglobina, reduzindo os efeitos da hipoxemia.

A oxigenoterapia está indicada sempre que exista uma deficiência no aporte de oxigênio aos tecidos. A hipóxia celular pode ser causada pela diminuição da quantidade de oxigênio no gás inspirado (exposição a elevadas altitudes), diminuição da ventilação alveolar, alterações na relação ventilação/perfusão, aumento do shunt intrapulmonar, alterações de transferência gasosa, decréscimo no gasto cardíaco, em situações de choque hipovolêmico e diminuição ou alterações moleculares da hemoglobina.


Os sistemas abertos, ou seja, sem reinalação do gás expirado, podem ser de baixo ou alto fluxo. Para que se possa usar um desses sistemas, é necessário que haja uma válvula redutora de pressão (permitindo reduzir a diferença pressórica entre rede de oxigênio e a pressão atmosférica) acoplada a um fluxômetro. Os fluxômetros são compensados ou não, em relação à válvula de saída, e a sua leitura é feita em litros por minuto.

Dessa forma, ao se elevar a fração inspirada de oxigênio, constata-se aumento da pressão arterial de oxigênio e, conseqüentemente, diminuição do trabalho respiratório necessário para manter a tensão de oxigênio alveolar, bem como do trabalho miocárdico responsável pela manutenção da oferta de oxigênio aos tecidos.

O sistema de baixo fluxo fornece oxigênio com fluxo menor que a demanda do paciente, com concentrações que variam de 24 a 90%, através de cateter nasal (com ou sem reservatório), cateter faríngeo, cateter transtraqueal, máscara simples ou máscara com reservatório de oxigênio. Há necessidade de que o paciente tenha um rítmo respiratório regular, com volume corrente maior que 5ml/kg e uma freqüência respiratória menor que 25 incursões por minuto. A elevação da fração inspirada de oxigênio produzida por um sistema de baixo fluxo depende da existência de um reservatório (anatômico ou artificial) de oxigênio.

O sistema de alto fluxo é aquele em que o fluxo total de gás que fornece ao equipamento é suficiente para proporcionar a totalidade do gás inspirado, o paciente somente respira o gás fornecido pelo sistema. A maioria dos sistemas de alto fluxo utiliza um mecanismo Venturi, com base no princípio de Bernoculli, para succionar o ar do meio ambiente e misturá-lo com o fluxo de oxigênio. Esse mecanismo oferece altos fluxos de gás com uma fração inspirada de O2 fixa.

O risco da oxigenoterapia depende da duração e da dose de oxigênio utilizados. Caracteriza-se por envenenamento de enzimas celulares, formação insuficiente de surfactante pelos pneumócitos tipo II e dano funcional ao mecanismo mucociliar.

Se utilizarmos oxigênio a 100%, observaremos toxicidade já após 48 horas, sendo os sinais mais precoces de intoxicação por oxigênio o desconforto retroesternal, parestesias de extremidades, náuseas, vômitos e astenia.

A defesa de pacientes portadores de DPOC ante a retenção de CO2 está diminuída, pois perdem a capacidade de aumentar a ventilação na proporção que seria necessária para restabelecer os níveis de PaCO2. 

Ainda mais como os pacientes com maior grau de obstrução são os que têm tendência a menores PaO2 e maiores valores a PaCO2, estes fatores passam a se somar no sentido de a hipoxemia passar a ser o fator principal no estímulo à ventilação através do quimiorreceptor periférico. Se estes pacientes receberem fração inspirada de oxigênio que faça com que os níveis de PaO2 superem 55 a 60 mmHg, é bastante provável que se retire o estímulo único que eles apresentavam para manter a ventilação e passem a hipoventilar em reter CO2 progressivamente podendo chegar à narcose e coma com apnéia. Por isso, são fundamentais a observação clínica constante e a participação ativa do fisioterapeuta com esse tipo de paciente.


Fonte: Fisioterapia Respiratória

terça-feira, 31 de julho de 2012

Apneia do sono leva à pressão alta e a outros problemas circulatórios


A apneia do sono é uma doença que ataca durante a noite, e a pessoa muitas vezes nem sabe que tem, mas o corpo vai sofrendo aos poucos, e o sistema circulatório pode ficar comprometido. Apesar dessas características, a apneia não pode ser considerada uma doença silenciosa, já que o seu principal sintoma é o ronco – repetido e bem alto.
Apneia, literalmente, é a ausência de respiração. Se ocorre quando o indivíduo dorme, é chamada de apneia obstrutiva do sono, pois a passagem do ar é dificultada. A falta de oxigênio leva a pessoa a acordar várias vezes durante a noite, muitas vezes sem perceber.
Em determinados momentos, o paciente literalmente para de respirar. As asfixias duram pelo menos 10 segundos, mas podem ser bem mais longas. Quando o cérebro percebe a falta de oxigênio, o corpo libera adrenalina e a pessoa acorda para respirar. Nesse processo, a pressão arterial sobe e o coração dispara.
Esse é o grande risco oferecido pela doença. A pessoa fica com arritmia cardíaca, que é quando o coração se acelera muitas vezes, e então ele corre maior risco de falhar. Além disso, a constante falta de oxigenação faz aumentar a pressão sanguínea, e com isso crescem os riscos de infartos e de acidentes vasculares cerebrais (AVCs).
O ronco é o principal sinal da apneia, mas nem todo mundo que ronca tem a doença. Outros sinais são cansaço e sonolência durante o dia, falta de energia, baixa concentração, perda de memória, pressão alta, dores de cabeça matinais, irritação e até impotência sexual.
O principal fator de risco é a obesidade, mas é cada vez mais comum encontrar o problema em quem não é obeso. Mulheres depois da menopausa e crianças com amídala ou adenóide aumentada também podem sofrer apneia. Além disso, pessoas com alguma alteração de mandíbula, como queixo para trás, têm mais propensão a ter a doença.
Tratamento
Para detectar a apneia, existe um exame chamado polissonografia. Ele mede quantas vezes por hora a pessoa deixa de respirar durante o sono. Quando isso acontece mais de 30 vezes por hora, o caso é considerado grave.
Para melhorar a respiração durante o sono e evitar a apneia existe um aparelho chamado CPAP – é a sigla em inglês para pressão positiva contínua do ar. O paciente tem que dormir com uma máscara que puxa o ar de fora e o lança para dentro das vias respiratórias.
Com isso, a pressão do ar abre o caminho obstruído, leva oxigênio até os pulmões e evita o ronco porque a pessoa não precisa mais abrir a boca para respirar.
O aparelho é regulado com uma pressão diferente para cada paciente. Isso é importante, porque se a pressão for forte demais, pode provocar irritação nas vias respiratórias.
O exame de polissonografia é oferecido pelo SUS em alguns lugares, mas o tratamento com CPAP não.
Fonte: Bem estar

terça-feira, 24 de julho de 2012

10 Mandamentos para uma boa noite de sono




Siga estas dicas para ter uma noite de sono tranquila:


1. Horário regular para dormir e despertar.

2. Ir para a cama somente na hora dormir. 

3. Ambiente saudável. 

4. Não fazer uso de álcool próximo ao horário de dormir. 

5. Não fazer uso de medicamentos para dormir sem orientação médica. 

6. Não exagerar em café, chá e refrigerante. 

7. Atividade física em horários adequados e nunca próximo à hora de dormir. 

8. Jantar moderadamente em horário regular e adequado. 

9. Não levar problemas para a cama. 

10. Atividades repousantes e relaxantes após o jantar. 



 Fonte: Associação brasileira do sono

quinta-feira, 28 de junho de 2012

CPAP Resmed Tango


O CPAP ResMed Tango é um aparelho de qualidade e bom desempenho a um preço acessível, o CPAP Tango Resmed tem ajuste de altura manual, fonte de alimentação universal, e com peso leve para facilitar o transporte do aparelho, que poderá ser levado a qualquer lugar, por pequeno ou a longo prazo. O umidificador é uma escolha opcional, o ar quente e úmido ajuda os pacientes a aliviar a secura, sendo assim tornando o tratamento mais confortável para o paciente.



O CPAP ResMed Tango é fácil de manusear (Lembre sempre que este produto deverá ser indicado por um especialista). Uma boa escolha para pacientes que buscam preço acessível em um aparelho com um ótimo desempenho, de qualidade, conforto e segurança.

O Aparelho CPAP ResMed Tango, possui o um umidificador compatível que não vem junto com o aparelho é opcional, o umidificador C-Series Tango Resmed compatível com  CPAP Tango Resmed  pode ser adquirido separadamente do CPAP, um umidificador de alta qualidade aquecido, e com câmaras descartáveis muito fácil de manusear e com controle de umidade que pode ser ajustado de acordo com o gosto do paciente, conforto qualidade e segurança é o que o umidificador C-Series Tango Resmed oferece aos seus pacientes.
Acessórios para o CPAP ResMed
As máscaras nasais são indispensáveis no tratamento de doenças respiratórias, podem ocorrer muitas reclamações de máscaras que machucam o rosto do paciente, por isso a escolha da máscara deve sempre ser orientada por um especialista ele dirá qual a melhor máscara que se adaptará ao formato do seu rosto. Máscaras confortáveis e com gel que fica posicionado na testa do paciente faz toda a diferença, gel e silicone que algumas máscaras possuem ajuda muito na hora da escolha, estes acessórios proporcionam mais conforto e segurança para o paciente.

É essencial escolher uma máscara de qualidade e que se adapte corretamente ao seu rosto, algumas máscaras quando não escolhidas corretamente durante a noite pode sair do lugar ou ate mesmo ficarem apertadas, muitas das vezes é por falta de orientação de como se devem usar corretamente as máscaras, aqui na Physical temos especialistas prontos para ajudar a auxiliar a melhor escolha da sua mascara para CPAP ResMed e dar toda atenção na orientação do uso. Confira a toda a nossa linha de produtos e acessórios para os tratamentos respiratórios.
O umidificador aquecido (opcional e não incluso)
Fornece ar aquecido e úmido, o que comprovadamente alivia sintomas de ressecamento, aumentando o conforto e melhorando a adesão do paciente.
  • Pressão: 4 - 20 cmH2O
  • Rampa: 0 - 45minutos
  • Bivolt Automático
  • Ruído: < 30 dB
  • Peso: 1,1 Kg
  • Dimensões: 21,5 cm x 18,9 cm x 11,4 cm (Alt x Larg x Prof)
  • Garantia: 1 ano
  • Umidificador opcional
  • Fabricante: Resmed

Selecione os parâmetros indicados pelo médico para receber seu CPAP ResMed configurado.

Conteúdo do CPAP ResMed:

01 Gerador de Fluxo Tango C-Series
01 Tubulação de 2 metros
01 Cabo de Força
01 Manual de Instruções
01 Bolsa para transporte
01 Filtro Hipoalergênico



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Exercício físico faz bem ao sono, mas não antes de dormir

Praticar exercícios físicos faz bem à saúde. Disso, todos sabem. Porém, a maioria da população não descobriu os efeitos que o esporte tem sobre o sono e o quanto ele ajuda a tratar problemas como a insônia e até a apneia do sono, em decorrência da diminuição da gordura corporal e consequente abertura das vias aeres durante a noite.

Vários estudos estão sendo feitos sobre o efeito da prática de
exercício no sono, e os resultados mostram que os sedentários têm uma relação muito mais atribulada com a cama do que aqueles que praticam esportes regularmente e cuidam da respiração e da parte aeróbia do organismo com mais cuidado.

Além de dar ao corpo um sinal de que ele precisa de descanso após trabalhar vigorosamente por alguns momentos, o esporte ajuda no emagrecimento.
A perda de peso vai acarretar em menor quantidade de tecido adiposo na região do pescoço. Assim, a pressão sobre as vias aéreas será menos intensa, ajudando o organismo contra o ronco e a apneia.

Desde as primeiras pesquisas sobre a influência dos exercícios físicos no sono, ocorridas há cerca de três décadas, muitos avanços foram feitos, embora a prática de esportes ainda não seja um dos tratamentos mais prescritos por médicos na hora de curar a insônia ou a
apneia do sono.

Um dos motivos é a resistência de muitos pacientes ao esforço que uma prática física traz. Além de ser um tratamento de longo prazo, ela requer uma mudança drástica no parcelamento temporal das atividades cotidianas.
Porém, é importante alertar que os exercícios físicos devem ser feitos no mínimo seis horas antes da hora de dormir.


Fonte: Minha Vida

terça-feira, 12 de junho de 2012

Apneia do sono está ligada a transtornos vasculares


A apneia obstrutiva do sono, condição que causa a pausa da respiração durante o sono, tem papel importante nas anormalidades vasculares e deve ser tratada, evitando assim condições cardíacas potencialmente fatais, é o que aponta um novo estudo.

A Associação Americana do Coração informa que aproximadamente 15 milhões de adultos americanos sofrem de apneia obstrutiva do sono. Tal condição pode causar alterações no funcionamento das veias, interrompendo o suprimento de sangue para o coração mesmo em pessoas saudáveis. Pesquisas anteriores já haviam relacionado disfunções vasculares a transtornos cardíacos.

Para o estudo, publicado no periódico Hypertension, pesquisadores monitoraram o funcionamento do sistema vascular de 108 pessoas saudáveis. Os participantes foram divididos em três grupos: o primeiro, formado por pessoas com apneia do sono de nível moderado a grave e sem problemas de hipertensão; o segundo, formado por hipertensos sem apneia; e o terceiro, por pessoas sem nenhum dos dois problemas.

Os pesquisadores constataram que os participantes que sofriam de apneia apresentaram melhora no suprimento e funcionamento vascular depois de receberem pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) através de máscara nasofacial usada durante o sono.

“Os resultados devem mudar a forma como médicos tratam os pacientes acometidos por apnéia obstrutiva do sono. Mesmo pacientes aparentemente saudáveis que sofrem do transtorno apresentam anormalidades em veias e artérias, além de suprimento debilitado de sangue para o músculo cardíaco, problemas que podem apresentar melhoras com o uso de CPAP”.

É essencial estar atento à ligação entre a apnéia obstrutiva do sono e o problema cardíaco, concluíram os autores do estudo. “Esta condição pode ser tratada, por isso é importante que médicos estejam atentos à sua ocorrência”.

Fonte: IG

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Os Pulmões e a Respiração


Nosso organismo retira oxigênio do ar ambiente e elimina gás carbônico (CO2) para manter as suas funções vitais sendo por isso denominado organismo aeróbio.

O oxigênio é fundamental fonte de energia do organismo e o gás carbônico é o principal resíduo de nosso metabolismo. Este processo de obtenção de oxigênio e eliminação de gás carbônico é denominado respiração e é realizado pelos pulmões.


Na terceira idade há perda da elasticidade pulmonar o que leva a uma diminuição da capacidade respiratória: maior dificuldade na expiração ou na eliminação do gás carbônico. Aos 80 anos a capacidade respiratória cai para a metade daquela do adulto jovem.

A diminuição da função pulmonar não é uma doença, mas favorece a instalação e o agravamento de doenças, destacando-se as pneumonias. A função pulmonar pode ser avaliada através da espirometria.
Dentre as doenças pulmonares que atingem a terceira idade destacam-se o enfisema, a bronquite crônica, a pneumonia e o câncer.

O câncer de pulmão, ou carcinoma de pulmão recebe destaque especial por ser a principal causa de morte por câncer nos USA, tanto entre homens como mulheres.

Sua incidência aumenta a partir dos 45 anos sendo que ocorre mais tardiamente entre os homens (70 anos) do que nas mulheres (55 anos). Está relacionado ao tabagismo e tem prognóstico reservado.

Entre as principais complicações de doenças pulmonares estão o pneumotórax, o derrame pleural e a insuficiência respiratória. A embolia pulmonar é uma doença da circulação pulmonar estando relacionada às moléstias vasculares.

Algumas doenças não pulmonares podem se manifestar através de sintomas pulmonares, como o edema agudo de pulmão que ocorre na insuficiência cardíaca aguda.

Fatores ambientais devem receber muita atenção como contribuintes no desencadeamento de doenças pulmonares, com destaque especial ao tabagismo e a poluição do ar.

A doença pulmonar caracteriza-se pelas dores no peito, tosse e falta de ar.

A tosse é um sintoma de doença pulmonar. É a reação de defesa dos brônquios diante de uma agressão. A tosse produtiva (com produção de secreção ou catarro) indica processo inflamatório do pulmão, e quando de coloração amarelada ou esverdeada sugere infecção por bactéria.

A tosse seca indica um processo irritativo de qualquer natureza, como ocorre na asma, por exemplo. A tosse seca persistente ocorre com freqüência no tabagismo e também pode ser o primeiro sintoma de um câncer de pulmão.

Na insuficiência cardíaca ocorre um tipo de tosse característica, que se caracteriza por ser pior à noite.

A hemoptise é a secreção pulmonar sanguinolenta que em geral indica moléstia pulmonar: pneumonia, câncer, embolia pulmonar, ou tuberculose, por exemplo.

A tosse persistente ou uma mudança súbita de suas características como, por exemplo, tornar-se subitamente produtiva, indica sempre uma patologia.

A exploração do pulmão sempre começa com o exame clínico apurado do tórax seguido da radiografia simples do tórax. A broncoscopia, a tomografia computadorizada, e a ressonância nuclear magnética são os principais métodos diagnósticos.

Fonte: Boa Saúde
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