Mostrando postagens com marcador ronco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ronco. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A apnéia é prejudicial ao coração



Além de ser prático, o aparelho intraoral funciona de maneira bem simples. Ele avança a mandíbula e a mantém firme nessa posição. Esse movimento faz com que os tecidos da garganta se "estiquem", aumentando a abertura para a passagem de ar e estimulando um reflexo que obriga a musculatura da faringe e arredores a ficar mais firme, evitando o ronco.

Pacientes com dificuldade de reter o aparelho, com alto índice de episódios de apneia (mais de 40 por hora) ou problemas na articulação da mandíbula (ATM) devem passar por rigorosa avaliação clínica para colocar o aparelho.

Apesar do ronco ser o sintoma mais incômodo, ao lado do sono diurno excessivo, a apneia do sono é mais preocupante, pois é a obstrução das vias aéreas por alguns momentos durante a noite provocada pela aproximação dos tecidos da garganta.

Essa proximidade fecha a passagem do ar e impede a respiração por alguns segundos. Os episódios podem se repetir várias vezes durante a noite e afetam vários órgãos do corpo, principalmente o coração.

A pessoa que sofre uma crise de apneia não corre o risco de morrer sufocada, pois o cérebro controla os níveis de oxigênio e de gás carbônico no sangue e a qualquer alteração a pessoa acorda e volta a respirar.

Mas, embora não mate diretamente, os seguidos episódios de interrupção da respiração aumentam em até 30% a possibilidade do desenvolvimento de arritmias, hipertensão, infarto e AVC.

Esses problemas aparecem com frequência em homens a partir dos 30 anos e nas mulheres quando entram na menopausa.

Fonte: O diário.com

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Distúrbios do Sono atingem 70% das crianças na Capital

 
Ronco e apnéia obstrutiva são os principais problemas, indica estudo da Secretaria de Estado da Saúde.

A maioria das crianças de São Paulo tem algum tipo de distúrbio do sono. Conforme levantamento realizado pela Secretaria da Saúde com 330 pacientes do Hospital Estadual Cândido Fontoura (maior unidade pública de saúde especializada em atendimento infantil da capital), 70% das crianças dormem com dificuldade.


Foram avaliadas crianças entre 4 e 14 anos, de ambos os sexos, atendidas no ambulatório do hospital. Das que tinham problemas, 55% apresentavam distúrbios respiratórios (ronco e apnéia obstrutiva). Outras 27% possuíam hiper-hidrose do sono (excesso de suor à noite). E 10% constataram sonolência excessiva diurna.


Foram detectados também problemas de insônia em 3% dos pesquisados, distúrbios do despertar (terror noturno e paralisia do sono, por exemplo) em outros 3% e distúrbio da transição sono-vigília (agitação) em 2%.


O estudo revelou ainda que 57% das crianças com dificuldades para dormir são do sexo masculino. Os dados foram obtidos por meio de aplicação do questionário Sleep Disturbance Scale for Children, de padrão internacional. Em alguns casos, as crianças foram encaminhadas para exame de polissonografia (registro durante a noite toda com instrumento apropriado, de fenômenos – cardíacos, respiratórios, neurológicos, musculares, oculares – que, no seu conjunto, demonstram que o sono é constituído por uma seqüência de fases, as quais, por sua vez, se agrupam em ciclos).

 
Atendimento especializado

Alguns tipos de perturbação do sono podem prejudicar a qualidade de vida e o desempenho escolar. Por isso é importante que os pais fiquem atentos e busquem orientação de um profissional de saúde se perceberem algum problema.


Fonte: SP notícias

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Sonambulismo como ele afeta a saúde e qual o tratamento





O sonambulo é uma pessoa que não está nem acordado e nem dormindo”. Os tudo acontece quando a nossa consciência e a nossa memória dormem e a parte motora é despertada repentinamente, pode ser pelo o ronco, por um distúrbio epiléptico ou por um barulho. A pessoa não tem um despertar normal e passa a andar ou falar coisas desconexas.


“Cuidado” alguns sonâmbulos abrem portas e saem de casa. Alguns até trocam de roupa, abrem janelas e gavetas, alimentam-se ou urinam. A expressão facial é estática, a pessoa geralmente mantém os olhos abertos e fixos.


Nos ouvimos falar que não é recomendável se acordar um sonâmbulo, apenas leva-lo volta para a cama, pois ele pode ter uma reação agressiva ficar assustado, confuso e machucar-se.


Muitas das vezes, os sonâmbulos podem se machucar ao escorregar ou perder o equilíbrio, principalmente ao descer escadas ou pular janelas. Alguns andam de braços estendidos pela casa igual vemos nos desenhos animados ou filmes, é uma forma de evitar obstáculos. Isso pode durar alguns segundos até cerca de 20 minutos, mas já foram registrados casos (raros) com duração entre 30 e 40 minutos.


Este distúrbio do sono ainda é totalmente conhecido, e costumam ser variados. Remédios para dormir, distúrbios epilépticos e o ronco, por exemplo, podem deflagrar os episódios de sonambulismo. Sonambulismo não requer tratamento, a não ser que esteja ocorrendo com muita frequência ou a pessoa esteja sofrendo ou causando lesões em outras pessoas.


O tratamento varia conforme a gravidade do caso e consiste em orientação, medidas comportamentais e medicamentos. Quando acontece na infância costuma evoluir bem. Quando começa na vida adulta é preciso fazer o diagnóstico diferencial com outras patologias neurológicas.


Comportamentos característicos:

. Senta na cama e fala durante o sono

. Caminha pelo quarto ou pela casa

. Os episódios em geral duram de poucos segundos até 20 minutos

. Anda de olhos abertos

. Tem dificuldade em ser acordado

. Não se lembra do episódio

. Ao ser acordado, pode reagir de forma brusca

. Alguns andam de braços estendidos.


Dicas para lidar com um sonâmbulo:


Se o sonâmbulo sai do quarto e caminha pela casa, acompanhe ele e procure conduzi-lo gentilmente para a cama.

Procure não encostar na pessoa, pois ela pode reagir com agressividade ou reação de fuga.

Se for preciso acordá-la, tente usar palavras.

Tranque janelas.

Evite beliches.

Tire a chave da fechadura da porta da casa.

Afaste objetos ou móveis que possam representar risco de ferimentos

Facas e outros objetos cortantes devem ser retirados do alcance da pessoas.



Procure um especialista!